Três Arqueonautas, viajantes de outros instantes, chegam no impreciso ano em que nos encontramos em busca de resquícios de 2025. No início, a missão ocorre conforme o planejado, mas uma reviravolta faz com que os três vaguem dispersos por estes tempos-espaços em que tentamos nos encontrar.













O espetáculo itinerante “Quando um Lugar Teima em Não Desaparecer” (2025) é resultado de uma profunda pesquisa em Teatro Cartográfico, desenvolvida pelo Teatro Miçanga desde 2019. A dramaturgia explora poeticamente como o passado se materializa no espaço, dialogando com memórias coletivas e prospectando futuros possíveis.
O espetáculo propõe um tensionamento da relação das pessoas com a cidade e suas interações, refletindo sobre como estas moldam nosso presente e futuro. Apoiado no conceito de “rugosidades” de Milton Santos e na “arqueologia do conhecimento” de Michel Foucault, a obra explora como o passado se materializa nas paisagens atuais, destacando dinâmicas históricas e sociais urbanas. Aspectos que questionam os espaços sociais e culturais, promovendo um olhar à inclusão e desenvolvimento humano nas cidades.
- Encenação: Direção e Trilha Sonora: Teatro Miçanga
- Produção: Teatro Miçanga
- Elenco: Amanda Pegado, André Alencar e Fernando Rybka
- Figurino: Maria Agrelli, Sarah Paixão e Teatro Miçanga
- Sonoplastia: Ashley Gouveia
- Coordenação de Cena: Carlos Ferreira
- Elenco de Apoio: João Fernando Bonfim
- Contrarregragem: Joana Botelho
- Apoios: Leilane Alcântara, Priscila Avelin e Ana Luíza Bione